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terça-feira, 18 de julho de 2017

CAUTELA E CANJA DE GALINHA

CAUTELA E CANJA DE GALINHA
Para quem tem o desígnio de contratar, demitir, coexistir, se reportar e etc. no mundo corporativo não imagina o tudo quanto se esconde (não é manifesto normalmente) em cada pessoa.

Os exemplos de indivíduos censuráveis, ‘expertos em enganar’ e ‘oportunistas’ (estupidez disfarçada de sabichão) são infinitos.

Isso me leva a concluir que, infelizmente, toda cautela e ‘ferramentas’ disponíveis é pouco na ‘arte e no desafio diário’ de contratar, liderar, coexistir, ser liderado e, principalmente ‘tentar’ avaliar (julgar, pressupor) o indivíduo.

Uma frase de Albert Einstein clarifica bem um dos produtos (o homem) que Deus criou:

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta”.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

EMPATIA

DE ARTIGO A SER PUBLICADO:

(...) Ponderar sobre aquilo que nos propusemos a fazer e refletir sobre a maneira como está sendo feito e a qualidade dos resultados já nos permite, de cara e em muitos casos, perceber que estamos faltando com respeito a algo ou alguém porque é muito mais comum do que se imagina, na hora do “vamos ver’, deixar de lado a tal da empatia. 

(Empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.) (...)

terça-feira, 4 de julho de 2017

EMPRESÁRIO ICEBERG


Empresário, você é um iceberg?
Na vida, muitas vezes são utilizadas plantas, animais, etc. para exemplificar (ou comparar) as atitudes (ou comportamento) do Ser Humano.
Mas, na presente composição que lhes apresento, por que não, utilizar o iceberg?



Isto mesmo, aquele bloco de gelo enorme, que é encontrado, muitas vezes, à deriva nos oceanos do planeta.

Vou explicar como isto pode ser...

Um EMPRESÁRIO tem sempre como objetivo, a ampliação de sua empresa e anseia, neste intento, novos espaços e horizontes.


Então, julgando já ter uma infraestrutura ideal, na forma de equipamentos, máquinas, etc. aliado a um Staff composto de pessoal qualificado, como seja; Conselheiros, Técnicos, Diretores Executivos, etc. propõe-se a executá-la.


Então, vamos comparar este suporte todo a um grande bloco de gelo, que fazendo parte de uma geleira (montanha de gelo), resolve desprender-se desta, e aventurar-se em outras águas. Então, você EMPRESÁRIO, agora um iceberg de grandes proporções, tendo como suporte toda esta estrutura de invejável porte, opta por uma correnteza (opção de comércio) e com seu corpo descomunal, começa a singrar pelos mares, não temendo colisões com navios (lembram-se do Titanic, o maior deles?) Ou de enfrentar navios quebra-gelos, estes inofensivos perante você. Então, tudo é novidade, tudo é atração, e você se sente o Senhor do mundo.

As correntezas, entretanto, o levam para águas quentes, e estas, aliadas aos raios do sol (que representam os contratempos, reveses, acidentes, quebras contratuais, etc.) vão minando a sua estrutura, e paulatinamente, você, iceberg, irá definhar, derreter...



Isto, se você não entrar em rota de navegação marítima (concorrentes de peso) que "mexerão os pauzinhos" para que torpedeiros o fragmentem, findando com suas pretensões de grandeza e poder.


A situação apresentada acima, é a de que, como Administrador da sua empresa, se tivesse COLABORADORES DE VULTO, estes poderiam ajudá-lo a calcular os riscos que tal passo acarretaria (por, mais tentadora a oportunidade vislumbrada) e você, EMPRESÁRIO, se precaveria, e tenderia a ficar, pelo menos mais próximo das geleiras, em um mar de águas geladas, ou seja, em locais onde sobreviveria (sua empresa) e VOCÊ, sem riscos, mesmo que isso significasse menos projeção... Em todos os casos, cedo ou tarde, o iceberg estará uniformizado aos grandiosos oceanos; que opção escolher?



 


terça-feira, 27 de junho de 2017

MAIS DO MESMO QUE ACABA SENDO MENOS

MAIS DO MESMO QUE ACABA SENDO MENOS

Da música do Legião Urbana:
“(...) Desses vinte anos nenhum foi feito pra mim
E agora você quer que eu fique assim igual a você
É mesmo, como vou crescer se nada cresce por aqui? (..) “

Dá para muito pensar, especialmente tendo em vista o momento em que vivemos. Estamos num período em que os responsáveis por fazer diferente e assegurar o crescimento estão gastando energia e fundos imensuráveis para se defenderem. Se defenderem de algo indefensável pois, já tem Baton no colarinho, Baton na cueca e pelos e cabelos de cor e tamanho diferentes na roupa e DNA provando o crime, contudo….

Felizmente, tem muita gente boa fazendo a diferença e crescendo a pesar dos que deveriam estar e não estão governando; não estão porque o foco está nos próprios interesses e não da coletividade.


Aos que, apesar de tudo, conseguem fazer a diferença, os meus parabéns e os melhores desejos de continuo e crescente sucesso!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

TIRE PROVEITO

TIRE PROVEITO

O penúltimo governador de Mato Grosso, que ficou por quase dois anos em cárcere privado, até dias atrás, saiu porque confessou que montou sua equipe de governo para cometer atos ilícitos; Paulo Francis, praticamente se suicidou ao anunciar de cara limpa que existia “gente” roubando o Brasil na Petrobras; Diogo Mainardi, disse há não muito tempo, diretamente ao Eike Batista, que suas empresas eram apenas fachada e que seus navios eram alugados, que era uma empresa bexiga, grande e bonita, mas, sem conteúdo em concreto. 

As empresas sérias e honestas devem, além de manter uma boa e eficaz auditoria administrativa e operacional, auditar o comportamento de seus funcionários, principalmente aqueles com poder de mando, para conferir o cumprimento à risca da missão e dos valores do empreendimento. 

Não consigo imaginar o quanto o Brasil vem perdendo, deixando de ganhar e produzir desde o tal do mensalão até este momento em que vivemos a Lava-jato, além do desperdício com alguns servidores públicos descompromissados; certamente é algo astronômico. 

Empresários e conselhos administrativos sérios e de boa índole devem aproveitar esses exemplos dos não republicanos para refletir e tirar proveito desses fatos que poderá resultar numa grande redução de custos e ineficiência.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

COMPARTILHAR CONHECIMENTOS

VOCÊ AMA COMPARTILHAR CONHECIMENTOS?

No dia a dia da vida profissional e na prática da liderança nos negócios, ficar dizendo para colegas e subalternos o que devem ou não fazer merece cuidado para proteger-se e resguardar as pessoas para quem você está dando treinamento e direção porque pode até ser adequado para você, mas não para todos (conheça bem o seu orientado e suas necessidades). Têm pessoas que com facilidade e eloquência, investido de sua posição de comando, adoram dar conselhos aos outros. Pessoas que gostam de “ensinar”, mas, não no sentido de compartilhar suas experiências e sim doutrinar os outros a fazerem aquilo que elas mesmas não fazem.

"Um homem cheio de si faz um volume muito pequeno." Benjamin Franklin

Ter o aparente poder de “demitir” e “puxar o tapete”, faz com que seus subordinados e colegas, na maioria das situações, demonstrem com aplausos qualquer coisa completamente antagônica ao que realmente estão ajuizando de você.

Para querer oferecer algo de bom e essencial é necessário amarrar bem a teoria aos seus acertos, erros, vitórias, fracassos, atitudes e rumos tomados para superá-los e aproveitá-los. Isso transmitirá confiabilidade e gerará gente altamente interessada e disposta a te ouvir. Envolva o seu time e seus colegas naquilo que você fez e faz e não naquilo que parece que você fez ou faz.

Falar para quem paga para te ouvir é diferente de falar para quem você paga para te ouvir.

"Se você é uma pessoa talentosa, isso não significa que você ganhou algo. Significa que você tem algo a oferecer." Carl Gustav Jung

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O MERCADO NÃO FAZ FILANTROPIA

VOCE ESPERA QUE O MERCADO LHE SEJA CARIDOSO?...OU PREFERE “GARIMPAR” A SUA OPORTUNIDADE?

É importante saber que quando se busca determinar a posição a ocupar pela sua empresa ou produto, é fundamental que se tenha em conta os concorrentes, e em especial o líder, (caso não seja sua empresa, é claro) cuja posição em relação ao seu negócio será muito dominante... Se o mercado secundário não lhe interessa (por não agregar valor com facilidade e estar fora do seu propósito) e o mercado de ponta não lhe é possível, tente avaliar um nicho de mercado, uma oportunidade ainda não percebida pelos “players”.

Tive uma maravilhosa experiência ao vivenciar uma ação dessa natureza quando estive como diretor comercial no Equador onde, graças à visão e perspicácia do nosso presidente, foi colocado um produto no mercado em uma faixa de preço até então inexistente para um público também não explorado; o resultado foi que esse produto em muito pouco tempo se tornou líder do mercado, foi criada uma nova categoria no mesmo mercado e o mercado não foi ampliado, ficou do mesmo tamanho, no entanto a nossa empresa se tornou a líder em volumes totais. Apenas foi colocado um novo sabor em um dos pedaços da mesma pizza.

“QUEM SABE FAZ A HORA, NÃO ESPERA ACONTECER”
Geraldo Vandré